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«Geoengenharia solar»: se o New York Times exalta os «rastros químicos»

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Renovatio 21 frequentemente reportou as evoluções do incrível projeto financiado por Bill Gates que visa a diminuir a temperatura global liberando na atmosfera partículas de sulfato capazes de refletir os raios solares.

 

O projeto, cujos experimentos foram programados neste ano, sofreu uma suspensão depois que algumas entidades suecas opuseram-se-lhe.

 

Todavia, essa ideia, entendemos, não está de jeito nenhum morta. Se vocês pensavam que isso poderia permanecer lá somente como material para os planos de um James Bond mau inédito, estão enganados.

«Fingir que o cambiamento climático possa ser resolvido apenas com a redução das emissões é uma fantasia perigosa».

 

É o principal jornal do planeta, o The New York Times, que volta a falar-nos do projeto de pulverizar no ar substâncias químicas que obscureçam o sol para combater as mudanças climáticas.

 

Eis, portanto, que na semana passada apareceu um editorial de David Keith, professor de física aplicada e de políticas públicas em Harvard, onde guiou o desenvolvimento de pesquisa sobre a engenharia solar.

 

O editorial representa, sob muitos pontos de vista, um salto significativo. Por exemplo, nele diz-se apertis verbis que a redução das emissões nunca será suficiente. Trata-se, é dito, de remediar também aquelas do passado, em uma redefinição de todo o clima terrestre. Porque «fingir que o cambiamento climático possa ser resolvido apenas com a redução das emissões é uma fantasia perigosa».

 

Se a religião climática tem a sua concepção de pecado (a poluição), ela tem também a sua concepção de pecado original – o rastro climático de cada um de nós, e também o dos nossos antepassados. Não basta, portanto, parar de pecar: Keith propõe a criação de instalações tecnológicas para enfrentar o tema do pecado original da civilização.

 

«A infraestrutura energética que alimenta a nossa civilização deve ser reconstruída, substituindo os combustíveis fósseis por fontes energéticas livres de carbono, como a solar ou a nuclear. Mas também nesse caso, a eliminação das emissões não resfriará o planeta. Essa é uma consequência direta do fato singular mais importante sobre as mudanças climáticas: o aquecimento é proporcional às emissões cumulativas na era industrial».

 

Descontemos os pecados dos nossos pais, avôs, bisavôs e trisavôs. Descontemos o pecado da humanidade em todas as gerações. Descontemos o pecado climático de Adão e Eva.

 

«Interromper as emissões faz com que o clima deixe de piorar. Mas para reparar o dano, na medida em que essa reparação é possível, será necessário algo a mais do quê a simples redução das emissões».

Digno de nota é o fato de que o professor dá por certa a imposição das regras climáticas e a sua aceitação pela população. Ele já está olhando mais adiante.

 

«A eliminação das emissões até por volta de 2050 é um objetivo difícil, mas alcançável. Suponhamos que ele seja atingido. As temperaturas médias pararão de aumentar quando as emissões cessarão, mas para o resfriamento serão necessários milhares de anos porque os gases responsáveis pelo efeito estufa dissipam-se lentamente da atmosfera».

 

Portanto, passa-se à fase dois: a geoengenharização climática.

 

«Interromper as emissões faz com que o clima deixe de piorar. Mas para reparar o dano, na medida em que essa reparação é possível, será necessário algo a mais do quê a simples redução das emissões».

 

«Para resfriar o planeta neste século, os seres humanos devem remover o carbono do ar ou utilizar a geoengenharia solar, uma medida temporária que pode reduzir as temperaturas de pico, as tempestades extremas e outras mudanças climáticas».

 

No site do Keith Resarch Group são declaradas, na seção «Funding», «uma série de doações por parte de Bill Gates através do Fund for innovative Climate and Energy Reasearch». As FAQ do FICER são um triunfo do excusatio non petita em relação às atividades e aos interesses do financiador Gates.

 

Logo, a solução concreta:

 

«Os seres humanos poderiam fazer com que o planeta Terra virasse mais refletivo ao adicionar gotículas de ácido sulfúrico na estratosfera a partir de aviões, precipitar as nuvens de baixa altitude sobre o oceano, pulverizar sal marinho no ar ou com outros interventos».

«Os seres humanos poderiam fazer com que o planeta Terra virasse mais refletivo ao adicionar gotículas de ácido sulfúrico na estratosfera a partir de aviões, precipitar as nuvens de baixa altitude sobre o oceano, pulverizar sal marinho no ar ou com outros interventos».

 

Assemelha-se, efetivamente, àqueles contos «conspiracionistas» de quem fala de «rastros químicos». Tanto que esses são, de fato, bem visíveis na ilustração que acompanha o artigo, logo abaixo do título interrogativo: «Qual é o modo menos pior para resfriar o planeta?». Mas vamos avante.

 

 

A alternativa seria aquela do processo de remoção de carbono, isto é, a criação de instalações industriais que retirem fisicamente o anidrido carbônico da atmosfera. Uma única instalação de captura de carbono que ocupe uma milha quadrada de terra poderia remover um milhão de toneladas de carbono do ar por ano. Mas construir e pôr em funcionamento esse conjunto de aparelhos requereria energia, aço, e cimento de uma corrente de abastecimento global», adverte Keith. A remoção de carbono, diz ele, «terá necessidade de uma indústria enorme». Além disso «o problema dessas tecnologias de remoção de carbono é que elas são intrinsecamente lentas porque o carbono que se acumulou na atmosfera desde a revolução industrial deve ser removido tonelada por tonelada».

 

Por isso, por ora, talvez seja melhor concentrar-se nos aviões que espalham substâncias químicas no céu para obscurecer o sol.

 

«Os ecossistemas deveriam ser manipulados usando a irrigação, a supressão dos incêndios ou plantas geneticamente modificadas cujas raízes sejam resistentes à putrefação. Isso ajuda a aumentar o acúmulo de carbono nos solos».

«A geoengenharia, por outro lado, é econômica e age velozmente, mas não pode murchar a bolha de carbono. É um esparadrapo, não uma cura».

 

O professor Keith fala dessa recomendação de dispersar ácido na atmosfera a partir de aviões para obscurecer o sol como uma técnica que seria contra os seus próprios interesses privados. «Fundei a Carbon Engineering, uma das empresas mais em evidência que desenvolvem tecnologias para capturar o carbono diretamente do ar e depois bombeá-lo para o subsolo ou utilizá-lo para manufaturar produtos que contêm anidrido carbônico», confessa o harvardiano. «Os interesses dessa empresa poderiam ser prejudicados caso a geoengenharia fosse vista como uma opção aceitável».

 

Existe, portanto, uma outra hipótese admitida que é digna de nota: a dos limites da natureza. É necessário deixar de lado as ilusões perante a ação salvífica da vegetação: as «árvores são propagandeadas como uma solução climática natural», todavia é inútil falar sobre elas: «um resfriamento tão veloz não pode ser obtido deixando que a natureza siga o seu curso livremente».

 

Com todo respeito aos cultuadores do verde, aos devotos de Gaia, aqui fala-se – no contexto ambientalista talvez pela primeira vez de maneira explícita e despudorada – de algo que de ecológico não tem nada: a manipulação dos ecossistemas.

 

«Os ecossistemas deveriam ser manipulados usando a irrigação, a supressão dos incêndios ou plantas geneticamente modificadas cujas raízes sejam resistentes à putrefação. Isso ajuda a aumentar o acúmulo de carbono nos solos».

 

«A escala física da intervenção é – de certo modo – pequena. Menos de dois milhões de toneladas de enxofre por ano injetadas na estratosfera por uma frota de uma centena de veículos de alta altitude refletiriam a luz solar e resfriariam o planeta em um grau».

Trata-se de uma verdadeira revolução na matéria do planeta:

 

«Para resfriar um grau até a metade do século, essa engenharia ecológica deveria acontecer em uma escala comparável àquela da agricultura ou da silvicultura globais, causando uma profunda perturbação nos ecossistemas naturais e nas pessoas muitas vezes marginalizadas que dependem deles».

 

Portanto, a opção da geoengenharia deve ser colocada no primeiro lugar da fila, porque «poderia funcionar». E é explicado detalhadamente como.

 

«A escala física da intervenção é – de certo modo – pequena. Menos de dois milhões de toneladas de enxofre por ano injetadas na estratosfera por uma frota de uma centena de veículos de alta altitude refletiriam a luz solar e resfriariam o planeta em um grau. O enxofre cai da estratosfera em cerca de dois anos, portanto o resfriamento é intrinsecamente de curto prazo e poderia ser regulado em base a decisões políticas sobre riscos e benefícios».

 

Continua, em um crescendo que nos deixa boquiaberta:

 

«Adicionar dois milhões de toneladas de enxofre à atmosfera parece arriscado, mas trata-se de apenas cerca de um vinte avos da poluição por enxofre causada pelos combustíveis fósseis de hoje».

 

«As mortes por poluição atmosférica em decorrência do enxofre adicionado ao ar seriam mais do que compensadas pela diminuição do número de mortes por calor extremo, o qual seria de 10 a 100 vezes maior».

O quê significa que a poluição proteja do sol? Não entendemos. Significa que a geoengenharia é, de fato, poluição deliberada?

 

«A geoengenharia poderia piorar a poluição atmosférica ou danificar o estrato de ozônio global e seguramente agravará algumas mudanças climáticas, fazendo com que algumas regiões tornem-se mais úmidas ou mais secas mesmo se o mundo resfria-se», admite o professor, confundindo, todavia, cada vez mais o simples mortal.

 

Todavia, se levarmos em conta que, como sempre no mundo moderno, existe um cálculo utilitarista nos bastidores: «apesar de ser limitada, a ciência até o momento sugere que os danos que derivariam do abaixamento de um grau das temperaturas globais seriam pequenos em relação aos benefícios».

 

Entenderam? Acontecerão catástrofes, mas isso será um mau menor. Será um mau desejável. O nosso indivíduo escreve assim mesmo, preto no branco.

 

«As mortes por poluição atmosférica em decorrência do enxofre adicionado ao ar seriam mais do que compensadas pela diminuição do número de mortes por calor extremo, o qual seria de 10 a 100 vezes maior».

Geoengenharia e catástrofes programadas. Reprogramação dos ecossistemas e geopolítica, frotas de aviões que injetam ácido na atmosfera. Tudo isso escrito no maior jornal da Terra.

 

Sim, escreveu-o seriamente. E não parou por aí, porque o nosso indivíduo parece consciente do fato de que para um projeto desse tipo é necessário um acordo geopolítico extenso – algo que assemelha, pensamos, a um governo mundial:

 

«O grande desafio da geoengenharia é geopolítico: qual país ou quais países decidirão injetar aerossol na atmosfera, em qual escala e por quanto tempo? Não existe um percurso fácil em direção a um processo de governança estável e legítimo para uma tecnologia econômica e de alto rendimento em um mundo instável».

 

Geoengenharia e catástrofes programadas. Reprogramação dos ecossistemas e geopolítica, frotas de aviões que injetam ácido na atmosfera. Tudo isso escrito no maior jornal da Terra. Não sei de vocês, mas aqui, diante de tamanha horrenda sinceridade, há motivo para assustar-se.

 

O bode na sala, nunca citado no artigo, tem um nome: Bill Gates. O qual é, abertamente, o financiador dos experimentos de geoengenharia. É notório como o patrão da Microsoft tenha estendido nos últimos meses o seu interesse à questão do ambiente e do Climate Change.

 

Gates, apoiador da redução da população e da vacinação global, recentemente não apenas publicou um livro sobre o clima, mas teve a oportunidade, graças a Biden, de expor as suas ideias diante de 40 chefes de estado.

 

Eis que a ideia da pulverização química dos céus encontrou espaço também na ONU, a qual começou a discutir abertamente a respeito disso algumas semanas atrás.

 

Uma ficção científica dirigida diretamente na nossa direção, pagada na nossa pela (sob a nossa pele…). Uma ficção científica da qual somos, mais uma vez, as cobaias. Enquanto o mundo inteiro vira o laboratório de um lager.

Tudo parece caminhar segundo um esquema predefinido. Até mesmo as interrupções, como o pare vindo da Suécia, onde deveriam ocorrer os experimentos, não parecem frear esses projetos, por mais loucos que pareçam.

 

Limitemo-nos a relembrar quando, em vez de aquecimento global, não muitos anos atrás falava-se de «resfriamento global».

 

Renovatio 21 sublinhou esse excerto de um antigo programa regido por Leonard Nimoy, alias Dr. Spock. A ficção científica de Gates e associados é, todavia, bem superior àquela de Star Trek.

 

Uma ficção científica dirigida diretamente na nossa direção, pagada na nossa pela (sob a nossa pele…).

 

Uma ficção científica da qual somos, mais uma vez, as cobaias. Enquanto o mundo inteiro vira o laboratório de um lager.

 

 

 

Tradução de Flavio Moraes Cassin

 

Articolo originale pubblicato in italiano

 

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Prêmio Nobel Montagnier: doença do tipo vaca louca como novo efeito colateral da vacina?

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O professor Luc Montagnier, prêmio Nobel em 2008 pela descoberta do vírus da AIDS, voltou a falar sobre as origens do COVID e suas variantes e dos efeitos colaterais relacionados à vacina.

 

«Há uma grande participação americana, financeira e provavelmente também técnica, neste negócio», explicou o professor Luc Montagnier durante uma transmissão radiofônica da emissora Sud Radio, onde, um ano antes, ele tinha levantado a hipótese de que o coronavírus tivesse escapado do laboratório de Wuhan.

 

«No início tínhamos um vírus chinês e depois tivemos algo diferente. Temos, isto é, novas variantes que emergem do vírus chinês, mas cujas estruturas são bastante distantes da inicial», disse o virologista. «O caso não está fechado e, naturalmente, quanto mais o tempo passa, mais as pessoas falam…».

 

  «É possível que terminemos por conhecer a verdade, mas isso demandará tempo», diz o Nobel.

 

«Neste momento, se quisermos, podemos fazer um balanço da situação de vários países: e o balanço é um pico de infecções após a inoculação das vacinas»

«Neste momento, se quisermos, podemos fazer um balanço da situação de vários países: e o balanço é um pico de infecções após a inoculação das vacinas».

 

É necessária uma moratória, pede o entrevistador André Bercoff. «É necessário parar, quando se registram mortes, mesmo se em número reduzido, é necessário parar».

 

Para o professor Luc Montagnier, qualquer morte por uso de fármacos deveria ser levada a sério.

 

«Estamos ainda em meio a uma situação muito grave neste momento. Porque estas novas variantes causam efeitos secundários», explica o biólogo.

 

«Mesmo o vírus original causa efeitos secundários, e efeitos imediatos que são suportáveis, se podemos assim dizer, mas, depois, provoca miocardite, efeitos cardiovasculares que matam. Existem pessoas que morrem por causa dessas miocardites, um dos efeitos da vacina», destaca o professo Luc Montagnier.

 

 

«Eu acredito que a nossa civilização esteja em perigo… chego ao ponto de dizer isso»

«Médico-pesquisador por formação, tenho a minha ética», diz o professor Luc Montagnier.

 

«Qualquer morte por causa de um fármaco, de uma vacina, deve ser contabilizada como algo grave e, quando há muitos óbitos, é verdadeiramente um problema».

 

«Não compartilho da ideia segundo a qual, considerando-se a relação custo-benefício, têm-se riscos, mas a relação benefício é muito melhor para os outros», explica o biólogo no microfone da rádio. «Isso não é verdade porque muito sofrimento deriva dessa concepção».

 

«Acredito que irromperá uma fase na qual deveremos tratar muitas pessoas adoecidas por causa da vacina»

«Tinha-se muita esperança na vacina à base de mRNA, que leva informação para o vírus, e que pode ser utilizada, portanto, como vacina… é um erro, porque, infelizmente, não sabemos que coisa acontece dentro do nosso corpo… pode expandir-se por toda parte, os macrófagos estão ali difundindo a proteína viral com efeitos imprevistos… ao meu ver é um erro muito grande… é necessário reconhecer os próprios erros, pode acontecer, mas se não se faz nada, pode acontecer uma catástrofe».

 

«Eu acredito que a nossa civilização esteja em perigo… chego ao ponto de dizer isso».

 

O anfitrião pergunta como devem sentir-se as muitas pessoas que se vacinaram?

 

«Acredito que irromperá uma fase na qual deveremos tratar muitas pessoas adoecidas por causa da vacina».

 

Espero que o senhor esteja errado, diz o entrevistador Bercoff. «Eu também espero», responde o Nobel.

 

«E agora temos o efeito dos príons. Acontecerão mais mortes, e essas pessoas morrerão por causa da doença de Creutzfeldt-Jakob»

Atualmente, segundo Montagnier, «estamos na terceira fase». «A primeira fase são os efeitos colaterais bastante comuns que não duram muito tempo, mas que já estão matando pessoas», explica. «Depois temos os efeitos cardiovasculares», continua o biólogo.

 

«E agora temos o efeito dos príons», acrescentou o professor Prêmio Nobel, o que suscitou furor em boa parte da audiência. «Acontecerão mais mortes, e essas pessoas morrerão por causa da doença de Creutzfeldt-Jakob».

 

A doença de Creutzfeldt-Jakob (CJD) é conhecida pelo grande público porque em 2001 a síndrome da qual se supõe que ela seja uma variante, a encefalopatia esponjosa bovina (BSE), virou a base do celebríssimo caso da «vaca louca».

 

A CJD verifica-se quando as proteínas chamadas príons, que se formam de modo errado, encontram espaço no cérebro. Os príons têm a inoportuna capacidade destrutiva de deformar até mesmo as proteínas que lhes estão entorno. Ao passo em que os príons devoram gradualmente os neurônios, criam-se buracos esponjosos no cérebro. Isso leva à demência, à perda da função corpórea e, enfim, ao coma e à morte.

 

«Existe um grupo de 7 pessoas sem quaisquer vínculos entre si, médicos, que teria contraído essa doença. O fator comum é que elas teriam sido vacinadas com duas doses da vacina», continua o virologista. «É após segunda dose que apareceriam pequenos sinais e, depois, os sinais gerais da doença»

«Essa doença é muito rara, normalmente, quando é esporádica, é uma em um milhão», explica.

 

«Existe um grupo de 7 pessoas sem quaisquer vínculos entre si, médicos, que teria contraído essa doença. O fator comum é que elas teriam sido vacinadas com duas doses da vacina», continua o virologista. «É após segunda dose que apareceriam pequenos sinais e, depois, os sinais gerais da doença».

 

«Não podemos provar que seja causada pelas vacinas», explica, «mas ainda assim devemos considerar essa hipótese… porque o único fator em comum entre essas pessoas é o de terem sido vacinadas com a mesma vacina».

 

Um ouvinte, Marc, liga ao vivo para dizer que a sua esposa foi diagnosticada próprio com a síndrome Creutzfeldt-Jacobs após a segunda dose da vacina, e que agora a vida dela está um «inferno». Declara, além disso, que tem tomado ciência de cada vez mais casos como o de sua mulher, todos eles desencadeados após a segunda dosa da vacina COVID mRNA.

 

«A hipótese é que o alumínio, que é o adjuvante principal dessas vacinas, assim como daquelas contra a gripe, forma alguns complexos com as proteínas dos neurônios».

Montagnier, então, relembra que os príons não são contagiosos, mas é necessário recordar «da história da vaca louca», assim como da daquelas «119 crianças mortas em decorrência da Creutzfeldt-Jacobs porque tinham recebido uma injeção de hormônio do crescimento obtido a partir do cérebro, da hipófise de pessoa anciãs». Trata-se de um caso famoso na França no qual o diretor do prestigiosíssimo Instituto Pasteur foi acusado de ter provocado um morticínio por ter ministrado a 1698 crianças, entre 1980 e 1988, o hormônio do crescimento obtido de glândulas de cadáveres «não regulamentados». Tal substância, descobriu-se posteriormente, transmitia a síndrome Creutzfeldt-Jacobs.

 

«A hipótese é que o alumínio, que é o adjuvante principal dessas vacinas, assim como daquelas contra a gripe, forma alguns complexos com as proteínas dos neurônios… portanto, é possível que o alumínio esteja presente nas vacinas atuais». Quando o apresentador rebate que não se tem certeza disso, Montagnier responde que «não se tem certeza, mas que apenas traços dessa substância podem ser tóxicos, sobretudo se há uma repetição a cada ano».

 

Nossa imaginação direciona-se logo à terceira, quarta dose. Montagnier conta que «um modelo animal, os carneiros que foram estudados na Espanha para serem vacinados contra um vírus dos carneiros… tiveram uma mudança tão explícita de comportamento que leva a pensar que estejam afetados pelo equivalente da Creutzfeld-Jacobs dos carneiros».

 

«O que me assusta são as crianças… estão para vacinar as crianças… essas crianças, talvez, morrerão um dia, e mesmo se morrerão daqui a 10 ou 20 anos, uma geração inteira terá sido dizimada… portanto, é pela causa da nossa civilização»

«Podemos levantar hipóteses… foi publicado, mas também foi censurado pelo editor… existe um véu de mentira que já dura anos… portanto, podemos imaginar que exista no ser humano, no caso de repetição de uma vacina que contém alumínio, a criação de um terreno para desenvolvimento dos príons».

 

Conforme reportado pela Renovatio 21, casos de misteriosas doenças neurodegenerativas similares à doença de Creutzfeld-Jacobs capazes de «roer o cérebro» foram reportados no Japão no ano passado.

 

Além disso, Montagnier acenou às mentiras estatísticas sobre a obrigação vacinal, como em alguns estados dos EUA, onde, diz-se, os contagiados que já foram vacinados não são contabilizados como casos de infecção. O Nobel falou de «informações falsas que continuam a difundirem-se», e agradeceu pelo papel do canal de rádio onde se pode, em vez disso, falar a verdade – o mote do canal Sud Radio é, de fato, Parlons vrai («falemos a verdade»).

 

«Estamos no começo e não no final. Prudência, prudência… e paremos com a vacinação em massa». Para Montagnier «não é eticamente aceitável que haja pessoas, jovens e crianças, morrendo. Devemos pensar que se pararmos, salvaremos vidas».

 

É necessário tomar medidas de precaução ou rumaremos em direção a uma catástrofe. É inevitável, se não fizermos nada».

Após isso, o virologista tratou da possibilidade de que as vacinas possam causar danos anos após a sua inoculação, como uma espécie de bomba de detonação retardada.

 

«O que me assusta são as crianças… estão para vacinar as crianças… essas crianças, talvez, morrerão um dia, e mesmo se morrerão daqui a 10 ou 20 anos, uma geração inteira terá sido dizimada… portanto, é pela causa da nossa civilização. É necessário tomar medidas de precaução ou rumaremos em direção a uma catástrofe».

 

«É inevitável, se não fizermos nada».

 

 

 

 

 

Tradução de Flavio Moraes Cassin

 

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A imagem é um screenshot tirado do DailyMotion

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Um número insolitamente elevado de jogadores de futebol está caindo em campo: lista do jornal alemão

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O jornal alemão Berliner Zeitung publicou um artigo sobre o «número insolitamente elevado de jogadores de futebol profissionais e amadores que caíram recentemente» em campo de jogo.

 

O título da matéria, «Rätselhafte Herzerkrankungen im Fußball», pode ser traduzido como «embaraçosas doenças cardíacas no futebol».

 

O artigo evidencia o caso notório de Sergio Agüero, o atacante de 33 anos do Barcelona, que recentemente teve que se retirar de uma partida após 41 minutos de jogo por causa de vertigens e dificuldades respiratórias.

O artigo da Berliner Zeitung elenca um grande número de casos recentes de jogadores que tiveram problemas cardíacos ou que caíram em campo, o quê, em alguns casos, resultou em morte.

 

O artigo elenca um grande número de casos recentes de jogadores que tiveram problemas cardíacos ou que caíram em campo, o quê, em alguns casos, resultou em morte.

 

«Nas últimas semanas e nos últimos meses repetiram-se situações de emergência», escreve o jornal da capital alemã, que coloca os casos em uma lista com links em abundância:

 

 

 

 

 

 

  • um jogador do Birati Club Münster desmaiou durante uma partida do campeonato regional contra o FC Nordkirchen II;

 

  • o jogador de 17 anos Dylan Rich morreu em decorrência de um ataque cardíaco durante uma partida na Inglaterra;

 

 

 

 

  • o treinador Dirk Splitsteser do SG Traktor Divitz caiu morto à margem do campo;

 

 

 

  • o capitão Dietmar Gladow do Thalheim (Bitterfield) teve um infarto fatal antes de uma partida;

 

 

 

  • Diego Ferchaud (16) do ASPTT teve uma parada cardíaca em uma partida do campeonato U-18 em Saint-Lô;

 

 

  • o jogador amador belga Jens De Smet (27), de Maldegem, sofreu repentinamente um infarto durante a partida e morreu logo após no hospital;

 

 

 

 

  • Fabrice N’Sakala (31) do Besiktas Istanbul desmaiou em campo sem que tenha havido nenhuma ação do adversário.

 

A lista, como visível, é parcial e compreende somente o mundo do futebol, mesmo se em uma grande quantidade de países, inclusa a Itália.

«O artigo da Berliner Zeitung não especula a respeito do fato que as reações das vacinas COVID tenham algo a ver com a erupção de colapsos e problemas cardíacos»

 

«O artigo da Berliner Zeitung não especula a respeito do fato que as reações das vacinas COVID tenham algo a ver com a erupção de colapsos e problemas cardíacos», escreve Summit News.

 

Não há nenhuma prova da correlação com a vacina, todavia muitos apontam o dedo ao soro antiCOVID, que cada vez mais robustamente é suspeitado de provocar miocardites nos rapazes jovens e esportivos.

 

Conforme reportado por Renovatio 21, recentemente houve o caso ao vivo na TV do meio-campo islandês Emil Pálsson, o qual caiu em campo após ter sofrido uma parada cardíaca durante uma partida na Noruega na última segunda-feira.

 

«A mesma situação de Christian Eriksen. Pálsson caiu e a sua crise cardíaca tornou-se evidente imediatamente», tinha escrito o blogger Alex Berenson, referindo-se ao caso do jogador dinamarquês caído em campo improvisamente durante uma partida do Campeonato Europeu de 2020. Sucessivamente, foi implantado em Eriksen um dispositivo desfibrilador cardioverter, uma espécie de marca-passo».

 

Como reportado por Renovatio 21, observaram-se quedas de performance em atletas que, após a vacina, não puderam ir às Olimpíadas de Tóquio por motivo de baixo rendimento esportivo. Esse foi o caso do velocista francês Christophe Lemaitre, bronze nos 200 metros nos jogos olímpicos do Rio, o atleta que deveria ter representado a França nos jogos de Tóquio. «Não faz sentido ir aos Jogos para ser desclassificado nas eliminatórias», disse Thierry Tribondeau, um de seus treinadores.

 

Alguns atletas belgas também admitiram que após a vacina a capacidade deles diminuiu. «Não tínhamos sido informados que uma queda de rendimento acompanharia o processo de vacinação», declarou o treinador Jacques Borlée.

 

No verão passado, dois jogadores de cricket das Índias Ocidentais, Chinelle Henry e Chedean Nation, caíram em campo durante a segunda partida contra o Paquistão. Há provas fotográficas da vacinação de ambas as atletas, as quais foram, inclusive, usadas como propaganda vacinista.

 

Permanecendo no âmbito feminino, tinha gerado rebuliço o caso da jogadora de vôlei veneta Francesca Marcon, a qual desenvolveu uma pericardite após a vacina, desperdiçando, assim, ao menos parte da temporada. «Tive e tenho até o momento uma pericardite pós-vacina, quem paga o preço por tudo isso?», perguntou em um post polêmico a bela pontuadora veneta.

 

Passando ao mundo do futebol italiano, Pedro Obiang, o meio-campista do Sassuolo de 29 anos, foi diagnosticado em agosto passado com um foco de broncopneumonite e miocardite poucos dias após ter recebido a vacina antiCOVID. «Ninguém pode dizer se é uma miocardite provocada pelo COVID ou pela vacina. As interpretações, as avaliações, as pesquisas sobre a etiologia não servem para nada. Ninguém é capaz de dar-nos a resposta», tinha declarado o diretor sanitário do time.

 

A Agência Italiana de fármacos (AIFA) comunicou em julho passado que «após a vacinação com as vacinas mRNA antiCOVID-19 Comirnaty [Pfizer, ndr] e Spikevax [Moderna, ndr] observaram-se casos muito raros de miocardite e pericardite. Os casos apresentam-se principalmente entre os 14 dias sucessivos à vacinação, mais frequentemente após a segunda dose e nos jovens do sexo masculino».

 

Poucos dias atrás a Suécia suspendeu a ministração da vacina Moderna aos jovens citando como justificativa próprio a miocardite. Os vizinhos nórdicos, quais Dinamarca, Finlândia, Noruega e Islândia, suspenderam algumas vacinações de jovens por causa do risco de inflamação cardíaca como potencial efeito colateral.

 

 

 

Tradução de Flavio Moraes Cassin

 

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Bispo liquefeito. Religião liquefeita. Dignidade do homem liquefeita.

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Há curiosidade entorno à «aquamação», a liquefação do corpo escolhida pelo arcebispo anglicano Desmond Tutu, ícone globalista frequentemente associado a Nelson Mandela, falecido no último 26 de dezembro.

 

Os jornais de todo apresentaram-na como a última, grande dádiva do coração generoso do prelado cismático sul-africano: a aquamação consumiria cinco vezes menos energia em relação à cremação – e não estamos falando da velha inumação sem fogo nem solvente, que ocupa espaço e é absolutamente não-sustentável do ponto de vista ecológico.

 

Tudo tinha sido programado. Tutu, após anos defendendo os direitos humanos, tinha convertido-se em paladino do meio ambiente e falava frequentemente dos perigos das mudanças climáticas, as quais uma vez classificou como «os maiores desafios morais dos nossos tempos».

 

O prêmio Nobel da paz, falecido dia 26 de dezembro aos 90 anos de idade, tinha pedido que o seu funeral não fosse «ostentado» (intenção que, tendo em vista o clamor suscitado pela tecnologia fúnebre empregada, não foi satisfeita) e requerido especificadamente que o seu corpo não fosse cremado com chamas.

 

Segundo o quê foi reportado, Tutu pediu explicitamente pela aquamação, ou hidrólise alcalina, um processo à base de água considerado uma alternativa ecológica à cremação tradicional.

 

Portanto, depois que os restos mortais de Tutu jazeram em um caixão simples de pinho durante o seu funeral na catedral de São Jorge na Cidade do Cabo no último sábado, o seu corpo foi liquefeito sob pressão. Em seguida, os seus ossos foram enxugados em um forno até obterem-se cinzas em pó.

 

A aquamação faz parte de um crescente movimento de «sepultura verde» que evita materiais não-biodegradáveis. Os seus apoiadores afirmam que se trata de uma alternativa ecológica aos caixões decorados e à cremação por meio de fogo, que emite gases estufa intoleráveis pelos diktat ecológicos.

 

O prelado foi também nisso um pioneiro. A África do Sul não tinha nenhuma legislação específica acerca da aquamação. O procedimento foi legalizado na última década em cerca de 20 estados dos EUA.

 

Uma máquina utiliza «uma solução aquecida (às vezes pressurizada) de água e alcalinos fortes para dissolver os tecidos, produzindo um resíduo que pode ser descartado nos sistemas de esgoto municipais e um material ósseo frágil que pode ser secado, moído e devolvido à família do defunto»

No procedimento da aquamação, uma máquina utiliza «uma solução aquecida (às vezes pressurizada) de água e alcalinos fortes para dissolver os tecidos, produzindo um resíduo que pode ser descartado nos sistemas de esgoto municipais e um material ósseo frágil que pode ser secado, moído e devolvido à família do defunto», escreveu Philip Olson, especialista em ética tecnológica da Universidade Virgínia Tech, em um artigo de 2014 citado pelo The Washington Post.

 

A técnica requer de três a quatro horas em uma temperatura de cerca de 300 graus Fahrenheit, mas pode ser mais demorada caso utilizem-se temperaturas mais baixas, segundo Olson. Em comparação, a cremação à base de fogo requer cerca de duas horas em uma temperatura compreendida entre 1.400 e 1.800 graus.

 

Fica-se atônito diante de toda essa história. É incrível como o grande público tenha, a este ponto, superado o pensamento automático que poder-se-ia esperar ao falar em corpos dissolvidos no ácido – na Itália, vem logo à memória o trauma do menino dissolvido no ácido pela máfia.

 

É possível que ninguém note qual mensagem esconde-se atrás da liquefação de um cadáver?

 

É possível que ninguém note qual mensagem esconde-se atrás da liquefação de um representante da hierarquia religiosa?

 

A quem tem uma sensibilidade católica tradicional, as respostas vêm à mente imediatamente.

 

Trata-se da enésima forma de humilhação da dignidade humana, que está sendo desintegrada, assim como já o era com a cremação (desde sempre proibida pela Igreja e encorajada pela maçonaria), e agora até mesmo «descartada nos sistemas de esgoto municipais».

 

Conforme reportado por Renovatio 21, vários estados dos EUA estão aprovando leis que vão além da corrupção dos cadáveres, como a transformação desses em adubo: uma espécie de reinserção cada vez mais direta da carne humana na cadeia alimentar.

 

Um bispo liquefeito – e com ele toda a sua religião, então reduzida a serva do culto climático dos jornais greta-thunberguenses.

 

E, portanto, como não sentir liquidado, e lançado ao esgoto, o ímpeto de todas as outras batalhas? Como não entender que se trata de um ataque ao ser humano Imago Dei, e, ainda mais detalhadamente, ao princípio cristão da ressurreição da carne, suma esperança do fiel que desde sempre os inimigos de Deus querem anular?

 

No caso da morte hidrolítica de Tutu, todavia, as chamas, de algum modo, fizeram-se presentes assim mesmo: poucas horas após o funeral, um Palácio do Parlamento da Cidade do Cabo, bastante perto da Catedral de São Jorge, onde aconteceu a cerimônia fúnebre do anglicano Nobel, foi atingido por um misterioso incêndio.

 

 

 

 

Tradução de Flavio Moraes Cassin

 

Articolo originale pubblicato in italiano

 

 

 

 

Imagens de Worls Economic Forum via Wikimedia publicada sob licença Creative Commons Attribution-ShareAlike 2.0. Generic (CC BY-SA 2.0)

 

 

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