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Vacina e euro digital, submissão biótica e abolição do dinheiro em espécie: o fim da liberdade de vocês

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Neste verão começou-se a falar disso. Queiramos ou não, seremos submetidos ao euro digital – assim como fomos submetidos à seringa genética. As duas coisas parecem estar ligadas.

 

De fato, os personagens que promovem ambos os programas são os mesmos.

 

A presidente da Banca Central Europeia (BCE), Christine Lagarde, recebeu nestes dias positivamente o rápido desenrolar da campanha de vacinação na zona do euro, onde 70% da população adulta submeteu-se ao programa de injeção mRNA.

 

A presidente da BCE falou também da criação de um «Banco Central Euro Digital».

Em um recente fórum dos Bancos Centrais, Lagarde refestelou-se do fato de que tenha ocorrido «na Europa menos resistência às vacinas em relação aos EUA».

 

«A zona do euro está experimentando uma rápida recuperação atribuível sobretudo à campanha de vacinação», declarou à mesa redonda a presidente da BCE.

 

Lagarde, frequentadora habitual do Fórum de Davos de Klaus Schwab, tinha lançado em julho um projeto de euro digital.

 

O projeto estava sendo desenvolvido já há muito tempo.

 

Todo mundo é capaz de entender que o objetivo é a abolição definitiva do dinheiro em espécie, e a coisa não é mais nem mesmo dissimulada por quem a implementará.

«Passaram-se nove meses desde de que publicamos o nosso relatório sobre o euro digital – a BCE declarara em meados do verão em um comunicado. Naquele período fizemos análises ulteriores, pedimos sugestões a cidadãos e profissionais, e conduzimos alguns experimentos, com resultados encorajadores. Tudo isso nos levou a decidir mudar o passo e dar início ao projeto do euro digital».

 

«O nosso trabalho visa a garantir que na era digital os cidadãos e as empresas continuem a ter acesso à forma de dinheiro mais segura, a moeda da banca central», tinha declarado Lagarde.

 

A presidente da BCE falou também da criação de um «Banco Central Euro Digital».

 

«O euro digital seria como as cédulas, mas em forma digital: uma moeda eletrônica emitida pelo Eurosistema (a BCE e os bancos centrais nacionais) acessível a todos, cidadãos e empresas», está escrito no site da BCE.

 

«Todos estamos trabalhando nisso e queria absolutamente inserir a questão da MNBC (moeda digital do banco central) na nossa agenda, porque acho que devemos estar prontos», tinha declarado a presidente Lagarde, assegurando, porém, que as cédulas e o euro digital coexistiriam ao menos por algum tempo.

Se o seu dinheiro é digital, cada uma de suas movimentações será rastreável, em um sistema de transparência infernal que não prevê mais nenhuma privacidade – um conceito demolido nos tempos do green pass.

 

Depois disso, todo mundo é capaz de entender que o objetivo é a abolição definitiva do dinheiro em espécie, e a coisa não é mais nem mesmo dissimulada por quem a implementará.

 

A abolição do dinheiro em espécie serve a um só proposito: o aumento do controle sobre a vida do cidadão.

 

Trata-se do mesmo princípio de vigilância implementado na sociedade com o lockdown, as vacinas, o green pass, etc. Controle sobre a sua vida – inclusive no aspecto biológico dela – e submissão às instituições.

 

Se o seu dinheiro é digital, o seu banco deverá ser obrigatoriamente controlado verticalmente pelo Banco Central Europeu.

 

Com o euro digital, assim como com o green pass, vocês são dependentes das instituições: até mesmo para as atividades mais básicas, até mesmo para os direitos «pré-políticos»: comer, beber, ir e vir…

Se o seu dinheiro é digital, cada uma de suas movimentações será rastreável, em um sistema de transparência infernal que não prevê mais nenhuma privacidade – um conceito demolido nos tempos do green pass.

 

Se o seu dinheiro é digital, ele poderá ser retirado através de um clic – fá-lo-á o ministro, o juiz, o policial, o médico, quem quer que seja encarregado deste novo abuso dos seus direitos.

 

Se o seu dinheiro é digital, ele poderá ser atrelado ao green pass: não se vacinou? A multa descontamo-la diretamente da sua conta, ou bloqueamos esta totalmente – não pensem que seja uma situação de ficção científica, porque acabaram de fazê-lo: alteraram os modos de vida de toda a população, ameaçando-a de retirar o seu trabalho e salário se ela não se submeter à seringa genética.

 

E não tratar-se-á somente do green pass: na plataforma poderão implementar quaisquer tarefas, quaisquer sistemas. Atravessou o sinal vermelho? A multa é descontada diretamente da sua conta; paciência se não foi você porque tinham roubado o seu carro: o importante é abreviar os tempos de impacto das instituições sobre o cidadão, claramente em detrimento do estado de direito, que será liquidado ainda mais a fundo de quanto o foi por causa da pandemia.

 

Com o euro digital, assim como com o green pass, vocês são dependentes das instituições: até mesmo para as atividades mais básicas, até mesmo para os direitos «pré-políticos»: comer, beber, ir e vir…

 

A criação desta grande plataforma de vigilância do cidadão – de capilaridade ainda mais profunda do que a sua versão chinesa – é o verdadeiro objetivo que os mandachuvas do momento colocaram-se nestes anos.

A criação desta grande plataforma de vigilância do cidadão – de capilaridade ainda mais profunda do que a sua versão chinesa – é o verdadeiro objetivo que os mandachuvas do momento colocaram-se nestes anos. A submissão biótica, concretizada com a obrigação da injeção mRNA, integra-se com a submissão eletrônica em um único grande sistema de controle da existência humana.

 

Na primavera a BCE tinha organizado uma consulta: «vocês querem o euro digital»?

 

A sondagem recebeu pouco mais de 8.000 respostas. Consideremos que na EU, após a saída da Grã-Bretanha, vivem “apenas” 445 milhões de pessoas.

 

Portanto, uma microscópica elite decidirá por meio bilhão de pessoas. Realmente queremos aceitar isso?

 

Roberto Dal Bosco

 

 

Tradução de Flavio Moraes Cassin

 

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Prêmio Nobel Montagnier: doença do tipo vaca louca como novo efeito colateral da vacina?

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O professor Luc Montagnier, prêmio Nobel em 2008 pela descoberta do vírus da AIDS, voltou a falar sobre as origens do COVID e suas variantes e dos efeitos colaterais relacionados à vacina.

 

«Há uma grande participação americana, financeira e provavelmente também técnica, neste negócio», explicou o professor Luc Montagnier durante uma transmissão radiofônica da emissora Sud Radio, onde, um ano antes, ele tinha levantado a hipótese de que o coronavírus tivesse escapado do laboratório de Wuhan.

 

«No início tínhamos um vírus chinês e depois tivemos algo diferente. Temos, isto é, novas variantes que emergem do vírus chinês, mas cujas estruturas são bastante distantes da inicial», disse o virologista. «O caso não está fechado e, naturalmente, quanto mais o tempo passa, mais as pessoas falam…».

 

  «É possível que terminemos por conhecer a verdade, mas isso demandará tempo», diz o Nobel.

 

«Neste momento, se quisermos, podemos fazer um balanço da situação de vários países: e o balanço é um pico de infecções após a inoculação das vacinas»

«Neste momento, se quisermos, podemos fazer um balanço da situação de vários países: e o balanço é um pico de infecções após a inoculação das vacinas».

 

É necessária uma moratória, pede o entrevistador André Bercoff. «É necessário parar, quando se registram mortes, mesmo se em número reduzido, é necessário parar».

 

Para o professor Luc Montagnier, qualquer morte por uso de fármacos deveria ser levada a sério.

 

«Estamos ainda em meio a uma situação muito grave neste momento. Porque estas novas variantes causam efeitos secundários», explica o biólogo.

 

«Mesmo o vírus original causa efeitos secundários, e efeitos imediatos que são suportáveis, se podemos assim dizer, mas, depois, provoca miocardite, efeitos cardiovasculares que matam. Existem pessoas que morrem por causa dessas miocardites, um dos efeitos da vacina», destaca o professo Luc Montagnier.

 

 

«Eu acredito que a nossa civilização esteja em perigo… chego ao ponto de dizer isso»

«Médico-pesquisador por formação, tenho a minha ética», diz o professor Luc Montagnier.

 

«Qualquer morte por causa de um fármaco, de uma vacina, deve ser contabilizada como algo grave e, quando há muitos óbitos, é verdadeiramente um problema».

 

«Não compartilho da ideia segundo a qual, considerando-se a relação custo-benefício, têm-se riscos, mas a relação benefício é muito melhor para os outros», explica o biólogo no microfone da rádio. «Isso não é verdade porque muito sofrimento deriva dessa concepção».

 

«Acredito que irromperá uma fase na qual deveremos tratar muitas pessoas adoecidas por causa da vacina»

«Tinha-se muita esperança na vacina à base de mRNA, que leva informação para o vírus, e que pode ser utilizada, portanto, como vacina… é um erro, porque, infelizmente, não sabemos que coisa acontece dentro do nosso corpo… pode expandir-se por toda parte, os macrófagos estão ali difundindo a proteína viral com efeitos imprevistos… ao meu ver é um erro muito grande… é necessário reconhecer os próprios erros, pode acontecer, mas se não se faz nada, pode acontecer uma catástrofe».

 

«Eu acredito que a nossa civilização esteja em perigo… chego ao ponto de dizer isso».

 

O anfitrião pergunta como devem sentir-se as muitas pessoas que se vacinaram?

 

«Acredito que irromperá uma fase na qual deveremos tratar muitas pessoas adoecidas por causa da vacina».

 

Espero que o senhor esteja errado, diz o entrevistador Bercoff. «Eu também espero», responde o Nobel.

 

«E agora temos o efeito dos príons. Acontecerão mais mortes, e essas pessoas morrerão por causa da doença de Creutzfeldt-Jakob»

Atualmente, segundo Montagnier, «estamos na terceira fase». «A primeira fase são os efeitos colaterais bastante comuns que não duram muito tempo, mas que já estão matando pessoas», explica. «Depois temos os efeitos cardiovasculares», continua o biólogo.

 

«E agora temos o efeito dos príons», acrescentou o professor Prêmio Nobel, o que suscitou furor em boa parte da audiência. «Acontecerão mais mortes, e essas pessoas morrerão por causa da doença de Creutzfeldt-Jakob».

 

A doença de Creutzfeldt-Jakob (CJD) é conhecida pelo grande público porque em 2001 a síndrome da qual se supõe que ela seja uma variante, a encefalopatia esponjosa bovina (BSE), virou a base do celebríssimo caso da «vaca louca».

 

A CJD verifica-se quando as proteínas chamadas príons, que se formam de modo errado, encontram espaço no cérebro. Os príons têm a inoportuna capacidade destrutiva de deformar até mesmo as proteínas que lhes estão entorno. Ao passo em que os príons devoram gradualmente os neurônios, criam-se buracos esponjosos no cérebro. Isso leva à demência, à perda da função corpórea e, enfim, ao coma e à morte.

 

«Existe um grupo de 7 pessoas sem quaisquer vínculos entre si, médicos, que teria contraído essa doença. O fator comum é que elas teriam sido vacinadas com duas doses da vacina», continua o virologista. «É após segunda dose que apareceriam pequenos sinais e, depois, os sinais gerais da doença»

«Essa doença é muito rara, normalmente, quando é esporádica, é uma em um milhão», explica.

 

«Existe um grupo de 7 pessoas sem quaisquer vínculos entre si, médicos, que teria contraído essa doença. O fator comum é que elas teriam sido vacinadas com duas doses da vacina», continua o virologista. «É após segunda dose que apareceriam pequenos sinais e, depois, os sinais gerais da doença».

 

«Não podemos provar que seja causada pelas vacinas», explica, «mas ainda assim devemos considerar essa hipótese… porque o único fator em comum entre essas pessoas é o de terem sido vacinadas com a mesma vacina».

 

Um ouvinte, Marc, liga ao vivo para dizer que a sua esposa foi diagnosticada próprio com a síndrome Creutzfeldt-Jacobs após a segunda dose da vacina, e que agora a vida dela está um «inferno». Declara, além disso, que tem tomado ciência de cada vez mais casos como o de sua mulher, todos eles desencadeados após a segunda dosa da vacina COVID mRNA.

 

«A hipótese é que o alumínio, que é o adjuvante principal dessas vacinas, assim como daquelas contra a gripe, forma alguns complexos com as proteínas dos neurônios».

Montagnier, então, relembra que os príons não são contagiosos, mas é necessário recordar «da história da vaca louca», assim como da daquelas «119 crianças mortas em decorrência da Creutzfeldt-Jacobs porque tinham recebido uma injeção de hormônio do crescimento obtido a partir do cérebro, da hipófise de pessoa anciãs». Trata-se de um caso famoso na França no qual o diretor do prestigiosíssimo Instituto Pasteur foi acusado de ter provocado um morticínio por ter ministrado a 1698 crianças, entre 1980 e 1988, o hormônio do crescimento obtido de glândulas de cadáveres «não regulamentados». Tal substância, descobriu-se posteriormente, transmitia a síndrome Creutzfeldt-Jacobs.

 

«A hipótese é que o alumínio, que é o adjuvante principal dessas vacinas, assim como daquelas contra a gripe, forma alguns complexos com as proteínas dos neurônios… portanto, é possível que o alumínio esteja presente nas vacinas atuais». Quando o apresentador rebate que não se tem certeza disso, Montagnier responde que «não se tem certeza, mas que apenas traços dessa substância podem ser tóxicos, sobretudo se há uma repetição a cada ano».

 

Nossa imaginação direciona-se logo à terceira, quarta dose. Montagnier conta que «um modelo animal, os carneiros que foram estudados na Espanha para serem vacinados contra um vírus dos carneiros… tiveram uma mudança tão explícita de comportamento que leva a pensar que estejam afetados pelo equivalente da Creutzfeld-Jacobs dos carneiros».

 

«O que me assusta são as crianças… estão para vacinar as crianças… essas crianças, talvez, morrerão um dia, e mesmo se morrerão daqui a 10 ou 20 anos, uma geração inteira terá sido dizimada… portanto, é pela causa da nossa civilização»

«Podemos levantar hipóteses… foi publicado, mas também foi censurado pelo editor… existe um véu de mentira que já dura anos… portanto, podemos imaginar que exista no ser humano, no caso de repetição de uma vacina que contém alumínio, a criação de um terreno para desenvolvimento dos príons».

 

Conforme reportado pela Renovatio 21, casos de misteriosas doenças neurodegenerativas similares à doença de Creutzfeld-Jacobs capazes de «roer o cérebro» foram reportados no Japão no ano passado.

 

Além disso, Montagnier acenou às mentiras estatísticas sobre a obrigação vacinal, como em alguns estados dos EUA, onde, diz-se, os contagiados que já foram vacinados não são contabilizados como casos de infecção. O Nobel falou de «informações falsas que continuam a difundirem-se», e agradeceu pelo papel do canal de rádio onde se pode, em vez disso, falar a verdade – o mote do canal Sud Radio é, de fato, Parlons vrai («falemos a verdade»).

 

«Estamos no começo e não no final. Prudência, prudência… e paremos com a vacinação em massa». Para Montagnier «não é eticamente aceitável que haja pessoas, jovens e crianças, morrendo. Devemos pensar que se pararmos, salvaremos vidas».

 

É necessário tomar medidas de precaução ou rumaremos em direção a uma catástrofe. É inevitável, se não fizermos nada».

Após isso, o virologista tratou da possibilidade de que as vacinas possam causar danos anos após a sua inoculação, como uma espécie de bomba de detonação retardada.

 

«O que me assusta são as crianças… estão para vacinar as crianças… essas crianças, talvez, morrerão um dia, e mesmo se morrerão daqui a 10 ou 20 anos, uma geração inteira terá sido dizimada… portanto, é pela causa da nossa civilização. É necessário tomar medidas de precaução ou rumaremos em direção a uma catástrofe».

 

«É inevitável, se não fizermos nada».

 

 

 

 

 

Tradução de Flavio Moraes Cassin

 

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A imagem é um screenshot tirado do DailyMotion

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Um número insolitamente elevado de jogadores de futebol está caindo em campo: lista do jornal alemão

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O jornal alemão Berliner Zeitung publicou um artigo sobre o «número insolitamente elevado de jogadores de futebol profissionais e amadores que caíram recentemente» em campo de jogo.

 

O título da matéria, «Rätselhafte Herzerkrankungen im Fußball», pode ser traduzido como «embaraçosas doenças cardíacas no futebol».

 

O artigo evidencia o caso notório de Sergio Agüero, o atacante de 33 anos do Barcelona, que recentemente teve que se retirar de uma partida após 41 minutos de jogo por causa de vertigens e dificuldades respiratórias.

O artigo da Berliner Zeitung elenca um grande número de casos recentes de jogadores que tiveram problemas cardíacos ou que caíram em campo, o quê, em alguns casos, resultou em morte.

 

O artigo elenca um grande número de casos recentes de jogadores que tiveram problemas cardíacos ou que caíram em campo, o quê, em alguns casos, resultou em morte.

 

«Nas últimas semanas e nos últimos meses repetiram-se situações de emergência», escreve o jornal da capital alemã, que coloca os casos em uma lista com links em abundância:

 

 

 

 

 

 

  • um jogador do Birati Club Münster desmaiou durante uma partida do campeonato regional contra o FC Nordkirchen II;

 

  • o jogador de 17 anos Dylan Rich morreu em decorrência de um ataque cardíaco durante uma partida na Inglaterra;

 

 

 

 

  • o treinador Dirk Splitsteser do SG Traktor Divitz caiu morto à margem do campo;

 

 

 

  • o capitão Dietmar Gladow do Thalheim (Bitterfield) teve um infarto fatal antes de uma partida;

 

 

 

  • Diego Ferchaud (16) do ASPTT teve uma parada cardíaca em uma partida do campeonato U-18 em Saint-Lô;

 

 

  • o jogador amador belga Jens De Smet (27), de Maldegem, sofreu repentinamente um infarto durante a partida e morreu logo após no hospital;

 

 

 

 

  • Fabrice N’Sakala (31) do Besiktas Istanbul desmaiou em campo sem que tenha havido nenhuma ação do adversário.

 

A lista, como visível, é parcial e compreende somente o mundo do futebol, mesmo se em uma grande quantidade de países, inclusa a Itália.

«O artigo da Berliner Zeitung não especula a respeito do fato que as reações das vacinas COVID tenham algo a ver com a erupção de colapsos e problemas cardíacos»

 

«O artigo da Berliner Zeitung não especula a respeito do fato que as reações das vacinas COVID tenham algo a ver com a erupção de colapsos e problemas cardíacos», escreve Summit News.

 

Não há nenhuma prova da correlação com a vacina, todavia muitos apontam o dedo ao soro antiCOVID, que cada vez mais robustamente é suspeitado de provocar miocardites nos rapazes jovens e esportivos.

 

Conforme reportado por Renovatio 21, recentemente houve o caso ao vivo na TV do meio-campo islandês Emil Pálsson, o qual caiu em campo após ter sofrido uma parada cardíaca durante uma partida na Noruega na última segunda-feira.

 

«A mesma situação de Christian Eriksen. Pálsson caiu e a sua crise cardíaca tornou-se evidente imediatamente», tinha escrito o blogger Alex Berenson, referindo-se ao caso do jogador dinamarquês caído em campo improvisamente durante uma partida do Campeonato Europeu de 2020. Sucessivamente, foi implantado em Eriksen um dispositivo desfibrilador cardioverter, uma espécie de marca-passo».

 

Como reportado por Renovatio 21, observaram-se quedas de performance em atletas que, após a vacina, não puderam ir às Olimpíadas de Tóquio por motivo de baixo rendimento esportivo. Esse foi o caso do velocista francês Christophe Lemaitre, bronze nos 200 metros nos jogos olímpicos do Rio, o atleta que deveria ter representado a França nos jogos de Tóquio. «Não faz sentido ir aos Jogos para ser desclassificado nas eliminatórias», disse Thierry Tribondeau, um de seus treinadores.

 

Alguns atletas belgas também admitiram que após a vacina a capacidade deles diminuiu. «Não tínhamos sido informados que uma queda de rendimento acompanharia o processo de vacinação», declarou o treinador Jacques Borlée.

 

No verão passado, dois jogadores de cricket das Índias Ocidentais, Chinelle Henry e Chedean Nation, caíram em campo durante a segunda partida contra o Paquistão. Há provas fotográficas da vacinação de ambas as atletas, as quais foram, inclusive, usadas como propaganda vacinista.

 

Permanecendo no âmbito feminino, tinha gerado rebuliço o caso da jogadora de vôlei veneta Francesca Marcon, a qual desenvolveu uma pericardite após a vacina, desperdiçando, assim, ao menos parte da temporada. «Tive e tenho até o momento uma pericardite pós-vacina, quem paga o preço por tudo isso?», perguntou em um post polêmico a bela pontuadora veneta.

 

Passando ao mundo do futebol italiano, Pedro Obiang, o meio-campista do Sassuolo de 29 anos, foi diagnosticado em agosto passado com um foco de broncopneumonite e miocardite poucos dias após ter recebido a vacina antiCOVID. «Ninguém pode dizer se é uma miocardite provocada pelo COVID ou pela vacina. As interpretações, as avaliações, as pesquisas sobre a etiologia não servem para nada. Ninguém é capaz de dar-nos a resposta», tinha declarado o diretor sanitário do time.

 

A Agência Italiana de fármacos (AIFA) comunicou em julho passado que «após a vacinação com as vacinas mRNA antiCOVID-19 Comirnaty [Pfizer, ndr] e Spikevax [Moderna, ndr] observaram-se casos muito raros de miocardite e pericardite. Os casos apresentam-se principalmente entre os 14 dias sucessivos à vacinação, mais frequentemente após a segunda dose e nos jovens do sexo masculino».

 

Poucos dias atrás a Suécia suspendeu a ministração da vacina Moderna aos jovens citando como justificativa próprio a miocardite. Os vizinhos nórdicos, quais Dinamarca, Finlândia, Noruega e Islândia, suspenderam algumas vacinações de jovens por causa do risco de inflamação cardíaca como potencial efeito colateral.

 

 

 

Tradução de Flavio Moraes Cassin

 

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Bispo liquefeito. Religião liquefeita. Dignidade do homem liquefeita.

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Há curiosidade entorno à «aquamação», a liquefação do corpo escolhida pelo arcebispo anglicano Desmond Tutu, ícone globalista frequentemente associado a Nelson Mandela, falecido no último 26 de dezembro.

 

Os jornais de todo apresentaram-na como a última, grande dádiva do coração generoso do prelado cismático sul-africano: a aquamação consumiria cinco vezes menos energia em relação à cremação – e não estamos falando da velha inumação sem fogo nem solvente, que ocupa espaço e é absolutamente não-sustentável do ponto de vista ecológico.

 

Tudo tinha sido programado. Tutu, após anos defendendo os direitos humanos, tinha convertido-se em paladino do meio ambiente e falava frequentemente dos perigos das mudanças climáticas, as quais uma vez classificou como «os maiores desafios morais dos nossos tempos».

 

O prêmio Nobel da paz, falecido dia 26 de dezembro aos 90 anos de idade, tinha pedido que o seu funeral não fosse «ostentado» (intenção que, tendo em vista o clamor suscitado pela tecnologia fúnebre empregada, não foi satisfeita) e requerido especificadamente que o seu corpo não fosse cremado com chamas.

 

Segundo o quê foi reportado, Tutu pediu explicitamente pela aquamação, ou hidrólise alcalina, um processo à base de água considerado uma alternativa ecológica à cremação tradicional.

 

Portanto, depois que os restos mortais de Tutu jazeram em um caixão simples de pinho durante o seu funeral na catedral de São Jorge na Cidade do Cabo no último sábado, o seu corpo foi liquefeito sob pressão. Em seguida, os seus ossos foram enxugados em um forno até obterem-se cinzas em pó.

 

A aquamação faz parte de um crescente movimento de «sepultura verde» que evita materiais não-biodegradáveis. Os seus apoiadores afirmam que se trata de uma alternativa ecológica aos caixões decorados e à cremação por meio de fogo, que emite gases estufa intoleráveis pelos diktat ecológicos.

 

O prelado foi também nisso um pioneiro. A África do Sul não tinha nenhuma legislação específica acerca da aquamação. O procedimento foi legalizado na última década em cerca de 20 estados dos EUA.

 

Uma máquina utiliza «uma solução aquecida (às vezes pressurizada) de água e alcalinos fortes para dissolver os tecidos, produzindo um resíduo que pode ser descartado nos sistemas de esgoto municipais e um material ósseo frágil que pode ser secado, moído e devolvido à família do defunto»

No procedimento da aquamação, uma máquina utiliza «uma solução aquecida (às vezes pressurizada) de água e alcalinos fortes para dissolver os tecidos, produzindo um resíduo que pode ser descartado nos sistemas de esgoto municipais e um material ósseo frágil que pode ser secado, moído e devolvido à família do defunto», escreveu Philip Olson, especialista em ética tecnológica da Universidade Virgínia Tech, em um artigo de 2014 citado pelo The Washington Post.

 

A técnica requer de três a quatro horas em uma temperatura de cerca de 300 graus Fahrenheit, mas pode ser mais demorada caso utilizem-se temperaturas mais baixas, segundo Olson. Em comparação, a cremação à base de fogo requer cerca de duas horas em uma temperatura compreendida entre 1.400 e 1.800 graus.

 

Fica-se atônito diante de toda essa história. É incrível como o grande público tenha, a este ponto, superado o pensamento automático que poder-se-ia esperar ao falar em corpos dissolvidos no ácido – na Itália, vem logo à memória o trauma do menino dissolvido no ácido pela máfia.

 

É possível que ninguém note qual mensagem esconde-se atrás da liquefação de um cadáver?

 

É possível que ninguém note qual mensagem esconde-se atrás da liquefação de um representante da hierarquia religiosa?

 

A quem tem uma sensibilidade católica tradicional, as respostas vêm à mente imediatamente.

 

Trata-se da enésima forma de humilhação da dignidade humana, que está sendo desintegrada, assim como já o era com a cremação (desde sempre proibida pela Igreja e encorajada pela maçonaria), e agora até mesmo «descartada nos sistemas de esgoto municipais».

 

Conforme reportado por Renovatio 21, vários estados dos EUA estão aprovando leis que vão além da corrupção dos cadáveres, como a transformação desses em adubo: uma espécie de reinserção cada vez mais direta da carne humana na cadeia alimentar.

 

Um bispo liquefeito – e com ele toda a sua religião, então reduzida a serva do culto climático dos jornais greta-thunberguenses.

 

E, portanto, como não sentir liquidado, e lançado ao esgoto, o ímpeto de todas as outras batalhas? Como não entender que se trata de um ataque ao ser humano Imago Dei, e, ainda mais detalhadamente, ao princípio cristão da ressurreição da carne, suma esperança do fiel que desde sempre os inimigos de Deus querem anular?

 

No caso da morte hidrolítica de Tutu, todavia, as chamas, de algum modo, fizeram-se presentes assim mesmo: poucas horas após o funeral, um Palácio do Parlamento da Cidade do Cabo, bastante perto da Catedral de São Jorge, onde aconteceu a cerimônia fúnebre do anglicano Nobel, foi atingido por um misterioso incêndio.

 

 

 

 

Tradução de Flavio Moraes Cassin

 

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