Connettiti con Renovato 21

Artigos em português

«Uma nova era glacial está a caminho»: quando o Dr. Spock falava-nos das mudanças climáticas (Global Warming, esconda-se!)

Pubblicato

il

 

Quem vocês veem no vídeo é Leonard Nimoy, o qual é conhecido pelos italianos como o intérprete da minissérie Marco Polo, transmitida pela TV RAI em 1982.

 

Ou melhor: todo o mundo o conhece, porque estamos falando do Dr. Spock, a incarnação vulcana da ciência e da disciplina, como visto no imortal e horripilante telefilme Star Trek.

 

Além de trabalhos de ficção, Nimoy produziu esta pequena série documentária intitulada In Search Of, na qual se questiona sobre alguns mistérios do planeta.

 

O episódio de 5 de maio de 1978 é intitulado «The Coming Ice Age», isto é, «a próxima era glacial».

 

 

Agora, depois de décadas de propaganda acerca do aquecimento global – ora reetiquetado da noite para o dia como «mudanças climáticas» – a noção de uma nova glaciação pode parecer uma anedota suave.

Agora, depois de décadas de propaganda acerca do aquecimento global – ora reetiquetado da noite para o dia como «mudanças climáticas» – a noção de uma nova glaciação pode parecer uma anedota suave.

 

Não é bem assim: a ideia de um repentino e monstruoso resfriamento global, tão catastrófico e apocalíptico quanto o de global warming, já circulava intensamente. Nos jornais, que naquela época eram a única fonte de informação, falava-se disso. A televisão, como podemos observar, também tratava do assunto.

 

Em 1977 foi lançado um livro sobre o tema, The Weather Conspiracy: The Coming of the New Ice Age, o qual tornou-se popular e descrevia detalhadamente o terrificante fenômeno. Tal livro, verdadeiramente uma bela relíquia, hoje é quase impossível de se encontrar, mas, de qualquer forma, podem poupar-se à sua leitura: peguem um texto dos dias atuais, um qualquer, e substituam «mudanças climáticas» por «nova era glacial»; o resultado será exatamente o mesmo.

 

Mas como chegar-se-ia a esse inferno de gelo assassino?

 

Dêmos a palavra ao Dr. Spock:

 

«ocorreu 8 vezes durante os últimos um milhão de anos, veio e foi embora com a regularidade de um relógio. Se estivermos despreparados para a sua próxima vinda, o resultado será carestia e morte em uma medida sem precedentes em toda a história».

 

Carestia e morte: exatamente aquilo que prometeram caso não tivéssemos contido a reprodução humana, isto é, a «bomba demográfica» da qual falava o entomologista Paul Ehrlich (todas as suas previsões foram desmentidas, mas ora Bergoglio premiou-o com convites ao Vaticano).

 

Mas como chegar-se-ia a esse inferno de gelo assassino?

 

Vai saber, às vezes será conforme esta definição: é a única bomba no mundo que ao explodir faz tudo ficar geladíssimo…

 

«O quê no momento dizem-nos os cientistas é que a ameaça de uma nova era glacial não está tão distante como imaginavam, não acontecerá durante a vida dos nossos netos… O frio ártico e a neve perpétua poderiam transformar a maior parte das porções habitáveis do nosso planeta e um deserto polar», prossegue Dr. Spock, o qual assegura que é assim porque dizem-no os cientistas, os quais são infalíveis – no mais, temos o exemplo dos virólogos dos dias atuais.

 

«Em 1977, os EUA foram atingidos pelo inverno mais rigoroso do século. Os especialistas em clima creem que a próxima era glacial esteja chegando». Em suma, é uma certeza; porque existem provas fornecidas pela própria ciência.

 

«De acordo com provas científicas recentes ela poderia chegar antes do que imaginamos. Nas estações meteorológicas no extremo norte as temperaturas registradas têm abaixado pelos últimos 30 anos».

 

«De acordo com alguns climatologistas, no curso de nossas vidas, poderíamos encontrarmos vivendo em uma nova era glacial».

A cúpula de Copenhague de 2009 a respeito do aquecimento global foi impossibilitada por causa da neve abundante: os poderosos do mundo, em decorrência dela, não puderam pousar e discutir sobre o planeta excessivamente quente.

 

Ora, absolutamente ninguém àquela época censurou essa loucura como fake news. Ninguém puniu, nem mesmo com a impossibilidade de publicar as próprias opiniões, aqueles climatólogos, aqueles cientistas e nem o Dr. Spock, cuja arrogância sideral por fim teria merecido alguma reação, quem sabe no modelo Singapore, por parte da população humana. 

 

Frio ou calor: estamos no mesmo nível dos velhinhos sentados na praça; em todas as culturas inicia-se uma conversa falando-se do tempo e, em algumas delas, exprimir preocupação com ou lamentar sobre ele ajuda na aceitação social. No mais, é sabido que o comentário «não existem mais meias-estações» é uma frase que consta no Dicionário de clichês de Gustave Flaubert, escrito no distante século XIX. 

 

O problema, no entanto, é maior do que isso.

 

O raciocínio nos reconduz à poderosa Conferência da ONU sobre o clima de Copenhague, em 2009. Os possantes da Terra discutiram o acordo para a diminuição das emissões de anidridos carbônicos – isto é, para a redução da atividade humana e, portanto, por consequência, da economia; e, portanto, por consequência, da própria população.

 

Tudo isso, obviamente, para conter o aquecimento global, que, vocês já sabem, é a nova era glacial…

 

Foi em um momento de grande sinceridade e candura que Hans Joachim «John>> Schellnhuber – agente do Clube de Roma, conectado à Família Real Inglesa, conselheiro de Merkel e do presidente da comissão europeia, Barroso, e atual homem do vaticano bergogliano – deixou-se levar pela explicação do seu projetinho de morte:

 

«De modo muito cínico – disse o alto dirigente climático falando do aquecimento global – é um triunfo para a ciência porque pelo menos nós estabelecemos algo – e, isto é, a estimativa da capacidade do planeta, que é de menos de um bilhão de pessoas».

«De modo muito cínico – disse o alto dirigente climático falando do aquecimento global – é um triunfo para a ciência porque pelo menos nós estabelecemos algo – e, isto é, a estimativa da capacidade do planeta, que é de menos de um bilhão de pessoas».

 

Na prática, isso significa eliminar seis bilhões de pessoas; é a redução da qual fala Bill Gates e também aquele estranho vídeo de Casaleggio, Gaia, o futuro da política.

 

Mas relembramo-nos de Copenhague 2009 por uma outra razão: os trabalhos da cúpula foram dificultados por uma condição específica: neve excessiva. Uma nevasca suprema, nunca vista em muitos anos, caiu sobre o aeroporto e os poderosos da terra, por causa do frio, não puderam portanto ir discutir sobre o planeta demasiado quente.

 

No fundo, talvez Spock tivesse razão.

 

Agora, porém, que pegassem todos eles a astronave Enterprise e rapassem fora da Terra para sempre. 

 

 

 

Tradução de Flavio Moraes Cassin

 

Articolo originale pubblicato in italiano

Continua a leggere

Artigos em português

Prêmio Nobel Montagnier: doença do tipo vaca louca como novo efeito colateral da vacina?

Pubblicato

il

Da

 

O professor Luc Montagnier, prêmio Nobel em 2008 pela descoberta do vírus da AIDS, voltou a falar sobre as origens do COVID e suas variantes e dos efeitos colaterais relacionados à vacina.

 

«Há uma grande participação americana, financeira e provavelmente também técnica, neste negócio», explicou o professor Luc Montagnier durante uma transmissão radiofônica da emissora Sud Radio, onde, um ano antes, ele tinha levantado a hipótese de que o coronavírus tivesse escapado do laboratório de Wuhan.

 

«No início tínhamos um vírus chinês e depois tivemos algo diferente. Temos, isto é, novas variantes que emergem do vírus chinês, mas cujas estruturas são bastante distantes da inicial», disse o virologista. «O caso não está fechado e, naturalmente, quanto mais o tempo passa, mais as pessoas falam…».

 

  «É possível que terminemos por conhecer a verdade, mas isso demandará tempo», diz o Nobel.

 

«Neste momento, se quisermos, podemos fazer um balanço da situação de vários países: e o balanço é um pico de infecções após a inoculação das vacinas»

«Neste momento, se quisermos, podemos fazer um balanço da situação de vários países: e o balanço é um pico de infecções após a inoculação das vacinas».

 

É necessária uma moratória, pede o entrevistador André Bercoff. «É necessário parar, quando se registram mortes, mesmo se em número reduzido, é necessário parar».

 

Para o professor Luc Montagnier, qualquer morte por uso de fármacos deveria ser levada a sério.

 

«Estamos ainda em meio a uma situação muito grave neste momento. Porque estas novas variantes causam efeitos secundários», explica o biólogo.

 

«Mesmo o vírus original causa efeitos secundários, e efeitos imediatos que são suportáveis, se podemos assim dizer, mas, depois, provoca miocardite, efeitos cardiovasculares que matam. Existem pessoas que morrem por causa dessas miocardites, um dos efeitos da vacina», destaca o professo Luc Montagnier.

 

 

«Eu acredito que a nossa civilização esteja em perigo… chego ao ponto de dizer isso»

«Médico-pesquisador por formação, tenho a minha ética», diz o professor Luc Montagnier.

 

«Qualquer morte por causa de um fármaco, de uma vacina, deve ser contabilizada como algo grave e, quando há muitos óbitos, é verdadeiramente um problema».

 

«Não compartilho da ideia segundo a qual, considerando-se a relação custo-benefício, têm-se riscos, mas a relação benefício é muito melhor para os outros», explica o biólogo no microfone da rádio. «Isso não é verdade porque muito sofrimento deriva dessa concepção».

 

«Acredito que irromperá uma fase na qual deveremos tratar muitas pessoas adoecidas por causa da vacina»

«Tinha-se muita esperança na vacina à base de mRNA, que leva informação para o vírus, e que pode ser utilizada, portanto, como vacina… é um erro, porque, infelizmente, não sabemos que coisa acontece dentro do nosso corpo… pode expandir-se por toda parte, os macrófagos estão ali difundindo a proteína viral com efeitos imprevistos… ao meu ver é um erro muito grande… é necessário reconhecer os próprios erros, pode acontecer, mas se não se faz nada, pode acontecer uma catástrofe».

 

«Eu acredito que a nossa civilização esteja em perigo… chego ao ponto de dizer isso».

 

O anfitrião pergunta como devem sentir-se as muitas pessoas que se vacinaram?

 

«Acredito que irromperá uma fase na qual deveremos tratar muitas pessoas adoecidas por causa da vacina».

 

Espero que o senhor esteja errado, diz o entrevistador Bercoff. «Eu também espero», responde o Nobel.

 

«E agora temos o efeito dos príons. Acontecerão mais mortes, e essas pessoas morrerão por causa da doença de Creutzfeldt-Jakob»

Atualmente, segundo Montagnier, «estamos na terceira fase». «A primeira fase são os efeitos colaterais bastante comuns que não duram muito tempo, mas que já estão matando pessoas», explica. «Depois temos os efeitos cardiovasculares», continua o biólogo.

 

«E agora temos o efeito dos príons», acrescentou o professor Prêmio Nobel, o que suscitou furor em boa parte da audiência. «Acontecerão mais mortes, e essas pessoas morrerão por causa da doença de Creutzfeldt-Jakob».

 

A doença de Creutzfeldt-Jakob (CJD) é conhecida pelo grande público porque em 2001 a síndrome da qual se supõe que ela seja uma variante, a encefalopatia esponjosa bovina (BSE), virou a base do celebríssimo caso da «vaca louca».

 

A CJD verifica-se quando as proteínas chamadas príons, que se formam de modo errado, encontram espaço no cérebro. Os príons têm a inoportuna capacidade destrutiva de deformar até mesmo as proteínas que lhes estão entorno. Ao passo em que os príons devoram gradualmente os neurônios, criam-se buracos esponjosos no cérebro. Isso leva à demência, à perda da função corpórea e, enfim, ao coma e à morte.

 

«Existe um grupo de 7 pessoas sem quaisquer vínculos entre si, médicos, que teria contraído essa doença. O fator comum é que elas teriam sido vacinadas com duas doses da vacina», continua o virologista. «É após segunda dose que apareceriam pequenos sinais e, depois, os sinais gerais da doença»

«Essa doença é muito rara, normalmente, quando é esporádica, é uma em um milhão», explica.

 

«Existe um grupo de 7 pessoas sem quaisquer vínculos entre si, médicos, que teria contraído essa doença. O fator comum é que elas teriam sido vacinadas com duas doses da vacina», continua o virologista. «É após segunda dose que apareceriam pequenos sinais e, depois, os sinais gerais da doença».

 

«Não podemos provar que seja causada pelas vacinas», explica, «mas ainda assim devemos considerar essa hipótese… porque o único fator em comum entre essas pessoas é o de terem sido vacinadas com a mesma vacina».

 

Um ouvinte, Marc, liga ao vivo para dizer que a sua esposa foi diagnosticada próprio com a síndrome Creutzfeldt-Jacobs após a segunda dose da vacina, e que agora a vida dela está um «inferno». Declara, além disso, que tem tomado ciência de cada vez mais casos como o de sua mulher, todos eles desencadeados após a segunda dosa da vacina COVID mRNA.

 

«A hipótese é que o alumínio, que é o adjuvante principal dessas vacinas, assim como daquelas contra a gripe, forma alguns complexos com as proteínas dos neurônios».

Montagnier, então, relembra que os príons não são contagiosos, mas é necessário recordar «da história da vaca louca», assim como da daquelas «119 crianças mortas em decorrência da Creutzfeldt-Jacobs porque tinham recebido uma injeção de hormônio do crescimento obtido a partir do cérebro, da hipófise de pessoa anciãs». Trata-se de um caso famoso na França no qual o diretor do prestigiosíssimo Instituto Pasteur foi acusado de ter provocado um morticínio por ter ministrado a 1698 crianças, entre 1980 e 1988, o hormônio do crescimento obtido de glândulas de cadáveres «não regulamentados». Tal substância, descobriu-se posteriormente, transmitia a síndrome Creutzfeldt-Jacobs.

 

«A hipótese é que o alumínio, que é o adjuvante principal dessas vacinas, assim como daquelas contra a gripe, forma alguns complexos com as proteínas dos neurônios… portanto, é possível que o alumínio esteja presente nas vacinas atuais». Quando o apresentador rebate que não se tem certeza disso, Montagnier responde que «não se tem certeza, mas que apenas traços dessa substância podem ser tóxicos, sobretudo se há uma repetição a cada ano».

 

Nossa imaginação direciona-se logo à terceira, quarta dose. Montagnier conta que «um modelo animal, os carneiros que foram estudados na Espanha para serem vacinados contra um vírus dos carneiros… tiveram uma mudança tão explícita de comportamento que leva a pensar que estejam afetados pelo equivalente da Creutzfeld-Jacobs dos carneiros».

 

«O que me assusta são as crianças… estão para vacinar as crianças… essas crianças, talvez, morrerão um dia, e mesmo se morrerão daqui a 10 ou 20 anos, uma geração inteira terá sido dizimada… portanto, é pela causa da nossa civilização»

«Podemos levantar hipóteses… foi publicado, mas também foi censurado pelo editor… existe um véu de mentira que já dura anos… portanto, podemos imaginar que exista no ser humano, no caso de repetição de uma vacina que contém alumínio, a criação de um terreno para desenvolvimento dos príons».

 

Conforme reportado pela Renovatio 21, casos de misteriosas doenças neurodegenerativas similares à doença de Creutzfeld-Jacobs capazes de «roer o cérebro» foram reportados no Japão no ano passado.

 

Além disso, Montagnier acenou às mentiras estatísticas sobre a obrigação vacinal, como em alguns estados dos EUA, onde, diz-se, os contagiados que já foram vacinados não são contabilizados como casos de infecção. O Nobel falou de «informações falsas que continuam a difundirem-se», e agradeceu pelo papel do canal de rádio onde se pode, em vez disso, falar a verdade – o mote do canal Sud Radio é, de fato, Parlons vrai («falemos a verdade»).

 

«Estamos no começo e não no final. Prudência, prudência… e paremos com a vacinação em massa». Para Montagnier «não é eticamente aceitável que haja pessoas, jovens e crianças, morrendo. Devemos pensar que se pararmos, salvaremos vidas».

 

É necessário tomar medidas de precaução ou rumaremos em direção a uma catástrofe. É inevitável, se não fizermos nada».

Após isso, o virologista tratou da possibilidade de que as vacinas possam causar danos anos após a sua inoculação, como uma espécie de bomba de detonação retardada.

 

«O que me assusta são as crianças… estão para vacinar as crianças… essas crianças, talvez, morrerão um dia, e mesmo se morrerão daqui a 10 ou 20 anos, uma geração inteira terá sido dizimada… portanto, é pela causa da nossa civilização. É necessário tomar medidas de precaução ou rumaremos em direção a uma catástrofe».

 

«É inevitável, se não fizermos nada».

 

 

 

 

 

Tradução de Flavio Moraes Cassin

 

Articolo originale pubblicato in italiano

 

   

A imagem é um screenshot tirado do DailyMotion

Continua a leggere

Artigos em português

Um número insolitamente elevado de jogadores de futebol está caindo em campo: lista do jornal alemão

Pubblicato

il

Da

 

O jornal alemão Berliner Zeitung publicou um artigo sobre o «número insolitamente elevado de jogadores de futebol profissionais e amadores que caíram recentemente» em campo de jogo.

 

O título da matéria, «Rätselhafte Herzerkrankungen im Fußball», pode ser traduzido como «embaraçosas doenças cardíacas no futebol».

 

O artigo evidencia o caso notório de Sergio Agüero, o atacante de 33 anos do Barcelona, que recentemente teve que se retirar de uma partida após 41 minutos de jogo por causa de vertigens e dificuldades respiratórias.

O artigo da Berliner Zeitung elenca um grande número de casos recentes de jogadores que tiveram problemas cardíacos ou que caíram em campo, o quê, em alguns casos, resultou em morte.

 

O artigo elenca um grande número de casos recentes de jogadores que tiveram problemas cardíacos ou que caíram em campo, o quê, em alguns casos, resultou em morte.

 

«Nas últimas semanas e nos últimos meses repetiram-se situações de emergência», escreve o jornal da capital alemã, que coloca os casos em uma lista com links em abundância:

 

 

 

 

 

 

  • um jogador do Birati Club Münster desmaiou durante uma partida do campeonato regional contra o FC Nordkirchen II;

 

  • o jogador de 17 anos Dylan Rich morreu em decorrência de um ataque cardíaco durante uma partida na Inglaterra;

 

 

 

 

  • o treinador Dirk Splitsteser do SG Traktor Divitz caiu morto à margem do campo;

 

 

 

  • o capitão Dietmar Gladow do Thalheim (Bitterfield) teve um infarto fatal antes de uma partida;

 

 

 

  • Diego Ferchaud (16) do ASPTT teve uma parada cardíaca em uma partida do campeonato U-18 em Saint-Lô;

 

 

  • o jogador amador belga Jens De Smet (27), de Maldegem, sofreu repentinamente um infarto durante a partida e morreu logo após no hospital;

 

 

 

 

  • Fabrice N’Sakala (31) do Besiktas Istanbul desmaiou em campo sem que tenha havido nenhuma ação do adversário.

 

A lista, como visível, é parcial e compreende somente o mundo do futebol, mesmo se em uma grande quantidade de países, inclusa a Itália.

«O artigo da Berliner Zeitung não especula a respeito do fato que as reações das vacinas COVID tenham algo a ver com a erupção de colapsos e problemas cardíacos»

 

«O artigo da Berliner Zeitung não especula a respeito do fato que as reações das vacinas COVID tenham algo a ver com a erupção de colapsos e problemas cardíacos», escreve Summit News.

 

Não há nenhuma prova da correlação com a vacina, todavia muitos apontam o dedo ao soro antiCOVID, que cada vez mais robustamente é suspeitado de provocar miocardites nos rapazes jovens e esportivos.

 

Conforme reportado por Renovatio 21, recentemente houve o caso ao vivo na TV do meio-campo islandês Emil Pálsson, o qual caiu em campo após ter sofrido uma parada cardíaca durante uma partida na Noruega na última segunda-feira.

 

«A mesma situação de Christian Eriksen. Pálsson caiu e a sua crise cardíaca tornou-se evidente imediatamente», tinha escrito o blogger Alex Berenson, referindo-se ao caso do jogador dinamarquês caído em campo improvisamente durante uma partida do Campeonato Europeu de 2020. Sucessivamente, foi implantado em Eriksen um dispositivo desfibrilador cardioverter, uma espécie de marca-passo».

 

Como reportado por Renovatio 21, observaram-se quedas de performance em atletas que, após a vacina, não puderam ir às Olimpíadas de Tóquio por motivo de baixo rendimento esportivo. Esse foi o caso do velocista francês Christophe Lemaitre, bronze nos 200 metros nos jogos olímpicos do Rio, o atleta que deveria ter representado a França nos jogos de Tóquio. «Não faz sentido ir aos Jogos para ser desclassificado nas eliminatórias», disse Thierry Tribondeau, um de seus treinadores.

 

Alguns atletas belgas também admitiram que após a vacina a capacidade deles diminuiu. «Não tínhamos sido informados que uma queda de rendimento acompanharia o processo de vacinação», declarou o treinador Jacques Borlée.

 

No verão passado, dois jogadores de cricket das Índias Ocidentais, Chinelle Henry e Chedean Nation, caíram em campo durante a segunda partida contra o Paquistão. Há provas fotográficas da vacinação de ambas as atletas, as quais foram, inclusive, usadas como propaganda vacinista.

 

Permanecendo no âmbito feminino, tinha gerado rebuliço o caso da jogadora de vôlei veneta Francesca Marcon, a qual desenvolveu uma pericardite após a vacina, desperdiçando, assim, ao menos parte da temporada. «Tive e tenho até o momento uma pericardite pós-vacina, quem paga o preço por tudo isso?», perguntou em um post polêmico a bela pontuadora veneta.

 

Passando ao mundo do futebol italiano, Pedro Obiang, o meio-campista do Sassuolo de 29 anos, foi diagnosticado em agosto passado com um foco de broncopneumonite e miocardite poucos dias após ter recebido a vacina antiCOVID. «Ninguém pode dizer se é uma miocardite provocada pelo COVID ou pela vacina. As interpretações, as avaliações, as pesquisas sobre a etiologia não servem para nada. Ninguém é capaz de dar-nos a resposta», tinha declarado o diretor sanitário do time.

 

A Agência Italiana de fármacos (AIFA) comunicou em julho passado que «após a vacinação com as vacinas mRNA antiCOVID-19 Comirnaty [Pfizer, ndr] e Spikevax [Moderna, ndr] observaram-se casos muito raros de miocardite e pericardite. Os casos apresentam-se principalmente entre os 14 dias sucessivos à vacinação, mais frequentemente após a segunda dose e nos jovens do sexo masculino».

 

Poucos dias atrás a Suécia suspendeu a ministração da vacina Moderna aos jovens citando como justificativa próprio a miocardite. Os vizinhos nórdicos, quais Dinamarca, Finlândia, Noruega e Islândia, suspenderam algumas vacinações de jovens por causa do risco de inflamação cardíaca como potencial efeito colateral.

 

 

 

Tradução de Flavio Moraes Cassin

 

Articolo originale pubblicato in italiano

 

Continua a leggere

Artigos em português

Bispo liquefeito. Religião liquefeita. Dignidade do homem liquefeita.

Pubblicato

il

Da

Há curiosidade entorno à «aquamação», a liquefação do corpo escolhida pelo arcebispo anglicano Desmond Tutu, ícone globalista frequentemente associado a Nelson Mandela, falecido no último 26 de dezembro.

 

Os jornais de todo apresentaram-na como a última, grande dádiva do coração generoso do prelado cismático sul-africano: a aquamação consumiria cinco vezes menos energia em relação à cremação – e não estamos falando da velha inumação sem fogo nem solvente, que ocupa espaço e é absolutamente não-sustentável do ponto de vista ecológico.

 

Tudo tinha sido programado. Tutu, após anos defendendo os direitos humanos, tinha convertido-se em paladino do meio ambiente e falava frequentemente dos perigos das mudanças climáticas, as quais uma vez classificou como «os maiores desafios morais dos nossos tempos».

 

O prêmio Nobel da paz, falecido dia 26 de dezembro aos 90 anos de idade, tinha pedido que o seu funeral não fosse «ostentado» (intenção que, tendo em vista o clamor suscitado pela tecnologia fúnebre empregada, não foi satisfeita) e requerido especificadamente que o seu corpo não fosse cremado com chamas.

 

Segundo o quê foi reportado, Tutu pediu explicitamente pela aquamação, ou hidrólise alcalina, um processo à base de água considerado uma alternativa ecológica à cremação tradicional.

 

Portanto, depois que os restos mortais de Tutu jazeram em um caixão simples de pinho durante o seu funeral na catedral de São Jorge na Cidade do Cabo no último sábado, o seu corpo foi liquefeito sob pressão. Em seguida, os seus ossos foram enxugados em um forno até obterem-se cinzas em pó.

 

A aquamação faz parte de um crescente movimento de «sepultura verde» que evita materiais não-biodegradáveis. Os seus apoiadores afirmam que se trata de uma alternativa ecológica aos caixões decorados e à cremação por meio de fogo, que emite gases estufa intoleráveis pelos diktat ecológicos.

 

O prelado foi também nisso um pioneiro. A África do Sul não tinha nenhuma legislação específica acerca da aquamação. O procedimento foi legalizado na última década em cerca de 20 estados dos EUA.

 

Uma máquina utiliza «uma solução aquecida (às vezes pressurizada) de água e alcalinos fortes para dissolver os tecidos, produzindo um resíduo que pode ser descartado nos sistemas de esgoto municipais e um material ósseo frágil que pode ser secado, moído e devolvido à família do defunto»

No procedimento da aquamação, uma máquina utiliza «uma solução aquecida (às vezes pressurizada) de água e alcalinos fortes para dissolver os tecidos, produzindo um resíduo que pode ser descartado nos sistemas de esgoto municipais e um material ósseo frágil que pode ser secado, moído e devolvido à família do defunto», escreveu Philip Olson, especialista em ética tecnológica da Universidade Virgínia Tech, em um artigo de 2014 citado pelo The Washington Post.

 

A técnica requer de três a quatro horas em uma temperatura de cerca de 300 graus Fahrenheit, mas pode ser mais demorada caso utilizem-se temperaturas mais baixas, segundo Olson. Em comparação, a cremação à base de fogo requer cerca de duas horas em uma temperatura compreendida entre 1.400 e 1.800 graus.

 

Fica-se atônito diante de toda essa história. É incrível como o grande público tenha, a este ponto, superado o pensamento automático que poder-se-ia esperar ao falar em corpos dissolvidos no ácido – na Itália, vem logo à memória o trauma do menino dissolvido no ácido pela máfia.

 

É possível que ninguém note qual mensagem esconde-se atrás da liquefação de um cadáver?

 

É possível que ninguém note qual mensagem esconde-se atrás da liquefação de um representante da hierarquia religiosa?

 

A quem tem uma sensibilidade católica tradicional, as respostas vêm à mente imediatamente.

 

Trata-se da enésima forma de humilhação da dignidade humana, que está sendo desintegrada, assim como já o era com a cremação (desde sempre proibida pela Igreja e encorajada pela maçonaria), e agora até mesmo «descartada nos sistemas de esgoto municipais».

 

Conforme reportado por Renovatio 21, vários estados dos EUA estão aprovando leis que vão além da corrupção dos cadáveres, como a transformação desses em adubo: uma espécie de reinserção cada vez mais direta da carne humana na cadeia alimentar.

 

Um bispo liquefeito – e com ele toda a sua religião, então reduzida a serva do culto climático dos jornais greta-thunberguenses.

 

E, portanto, como não sentir liquidado, e lançado ao esgoto, o ímpeto de todas as outras batalhas? Como não entender que se trata de um ataque ao ser humano Imago Dei, e, ainda mais detalhadamente, ao princípio cristão da ressurreição da carne, suma esperança do fiel que desde sempre os inimigos de Deus querem anular?

 

No caso da morte hidrolítica de Tutu, todavia, as chamas, de algum modo, fizeram-se presentes assim mesmo: poucas horas após o funeral, um Palácio do Parlamento da Cidade do Cabo, bastante perto da Catedral de São Jorge, onde aconteceu a cerimônia fúnebre do anglicano Nobel, foi atingido por um misterioso incêndio.

 

 

 

 

Tradução de Flavio Moraes Cassin

 

Articolo originale pubblicato in italiano

 

 

 

 

Imagens de Worls Economic Forum via Wikimedia publicada sob licença Creative Commons Attribution-ShareAlike 2.0. Generic (CC BY-SA 2.0)

 

 

Continua a leggere

Più popolari